Biogeo 11 ano

1.24.2007

Euplectes afer ( Bispo-de-coroa-amarela)

A ocorrência de aves exóticas em liberdade em Portugal Continental reforma aos anos 1960, quando foram registados os primeiros Bicos-de-lacre na zona da Lagoa de Óbidos. Desde então tem vindo a verificar-se um aumento crescente no número de espécies exóticas em liberdade no nosso país. A partir do fim de 1980 houve um grande aumento do número de registos de tais situações. Entre 1988 e 1998 foi observada a nidificação por volta de dezassete espécies de aves exóticas em liberdade no nosso país. Este aumento no número de registos é devido a um crescente comércio de todo o tipo de animais exóticos, incluindo aves. Destas espécies sabe-se que apenas uma pequena parte provém de reprodução em cativeiro em países como a Holanda. Uma grande percentagem tem origem directamente nos países onde essas espécies ocorrem em estado selvagem como em países africanos, o Senegal.
De todas as espécies que foram introduzidas em Portugal, poucas constituíram populações viáveis (espécies consigam naturalizar-se). Estão neste caso o Periquito-de-colar, o Bico-de-lacre, o Bengali-vermelho e o Bispo-de-coroa-amarela.
Uma ave exótica é definida por ter cores berrantes e um aspecto estranho. É qualquer espécie cuja área de distribuição natural se encontre fora dos limites do território continental português e cuja ocorrência no nosso país se deva a uma intervenção humana directa. Esta intervenção humana refere-se ao acto de retirar as aves dos seus locais de origem e de as transportar, directa ou indirectamente, para Portugal. As aves poderão ocorrer em liberdade no nosso país devido quer a fugas acidentais quer a introduções deliberadas.
A ideia geral é a de que as aves exóticas que neste momento habitam no nosso país têm um impacto negativo sobre a ocorrência de aves exóticas a nidificar em liberdade em Portugal Continental remonta aos anos 1960, quando foram registados os primeiros Bicos-de-lacre na zona da Lagoa de Óbidos. Desde então tem vindo a verificar-se um aumento crescente no número de espécies exóticas que têm tentado nidificar em liberdade no nosso país. Em 1980 houve um aumento, do número de registos de tais situações. Entre 1988 e 1998, foi observada a nidificação de, pelo menos, dezassete espécies de aves exóticas em liberdade no nosso país. Tal aumento no número de registos é devido a um crescente comércio de todo o tipo de animais exóticos, incluindo aves. Destas espécies sabe-se que apenas uma pequena parte provém de reprodução em cativeiro em países como a Holanda. Uma grande percentagem tem origem directamente nos países onde essas espécies ocorrem em estado selvagem, em países africanos, como o Senegal.
De todas as espécies que foram introduzidas em Portugal, poucas constituíram populações viáveis, ou seja, poucas espécies conseguiram naturalizar-se. Estão neste caso o Periquito-de-colar, o Bico-de-lacre, o Bengali-vermelho e o Bispo-de-coroa-amarela.
Uma ave exótica é definida por ter cores berrantes e um aspecto estranho. É qualquer espécie cuja área de distribuição natural se encontre fora dos limites do território continental português e cuja ocorrência no nosso país se deva a uma intervenção humana directa. Esta intervenção humana refere-se ao acto de retirar as aves dos seus locais de origem e de as transportar, directa ou indirectamente, para Portugal. As aves poderão ocorrer em liberdade no nosso país devido quer a fugas acidentais quer a introduções deliberadas.

-Impactos da especie

A ideia geral é a de que as aves exóticas que neste momento habitam no nosso país têm um impacto negativo. No entanto, é que há uma quase total ausência de estudos efectuados sobre esta problemática. Não há qualquer base para afirmar que determinada espécie tem um impacto negativo. Só muito dificilmente se poderá prever quais serão os impactos concretos da introdução de uma espécie exótica. Actualmente não existe qualquer acompanhamento da evoluçao da situação a nível nacional da maior parte das espécies naturalizadas ou em vias de se naturalizar. Na verdade, o que na realidade se verifica é que há uma quase total ausência de estudos efectuados sobre esta problemática. Não há qualquer base para afirmar que determinada espécie tem um impacto negativo. Só muito dificilmente se poderá prever quais serão os impactos da introdução de uma espécie exótica. Actualmente não existe qualquer acompanhamento da evoluçao da situação a nível nacional da maior parte das espécies naturalizadas ou em vias de se naturalizar.

Figura: Principais etapas de um processo de invasão. Tanto o tamanho da população como o tempo de duração de cada etapa variam entre diferentes espécies. De salientar que de todas as espécies exóticas que são introduzidas apenas uma percentagem se naturaliza, e só uma percentagem muito pequena se torna efectivamente invasora.

-Nomenclatura das espécies

Os nomes científicos das espécies estão de acordo com Sibley & Monroe (1990). Para uma parte das aves aqui apresentadas, o autor não tinha conhecimento de nomes comuns em português. Foi assim necessário propor nomes novos, tentando não entrar em polémicas.

- Imagens da especie


busca:www.triplov.com/matias/index

1 Comments:

  • At 6:27 PM, Blogger Rita said…

    achei que tens aqui um trabalho muito interessante a achei que está bem trabalhado...

    bj

    *continua!

     

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