O cancro da mama
O cancro da mama é a forma de cancro mais comum na mulher. As taxas de incidência têm vindo a subir na segunda metade deste século. Calcula-se que uma em cada 10 mulheres irão desenvolver cancro da mama ao longo da sua vida;
Se a doença é detectada cedo, antes de ter tido hipóteses de progredir a taxa de sobrevivência pode chegar a 95%, durante pelo menos 5 anos;
Apesar dos avanços no diagnóstico e tratamento, o cancro da mama continua a ser a primeira causa de morte das mulheres entre os 35 e os 55 anos e a segunda entre as mulheres de todas as idades. Na Europa, quase 20% de todas as mortes por causa oncológica são devidas ao cancro da mama.
Factores de risco
Os factores de risco que podem aumentar a probabilidade de desenvolver cancro da mama incluem:
-História familiar da doença
-Envelhecimento
-Exposição aos agentes cancerígenos
-Não ter filhos ou ter o primeiro filho depois dos 30 anos).
Além disso, uma vida menstrual longa, resultado de uma menopausa tardia, aumenta o risco de cancro. Finalmente, alguns investigadores acreditam que a obesidade, uma alimentação rica em gorduras, a ingestão excessiva de álcool e o uso de medicamentos contendo estrogénios podem aumentar o risco de cancro. No entanto, 80% das mulheres com o diagnóstico de cancro da mama não têm factores de risco conhecidos.
Sinais e sintomas do cancro da mama
A realização do auto-exame é fundamental para detectar o cancro da mama. Nos EUA, 90% de todos os cancros da mama são descobertos pela própria, muitas vezes apenas como um caroço, pequeno e firme. Na maior parte dos casos o caroço não é doloroso embora algumas mulheres refiram dor.
Outros sinais de alarme incluem:
-Perda de sangue ou de líquido pelo mamilo;
-Acumulação local de fluidos tecidulares;
-Alteração no tamanho, no bordo ou na posição do mamilo
Diagnóstico
Uma vez detectado, a presença do tumor pode ser confirmada pelo médico de diversas formas, como palpação, aspiração através de agulha muito fina, mamografia e biopsia.
Tratamento
O cancro da mama é tratado por meio de uma diversidade de modalidades, incluindo a quimioterapia, a radioterapia e a cirurgia e a terapêutica hormonal. Estes tratamentos são administrados com o objectivo de curar o cancro ou limitar a disseminação da doença, proporcionando o alívio dos sintomas.
Considera-se que a mulher está a responder ao tratamento se se verificar uma diminuição de pelo menos 50% nas dimensões do tumor.
Há diversos factores que afectam o sucesso da terapêutica:
-Tipo, tamanho e velocidade de crescimento do tumor primário;
-número de nódulos linfáticos envolvidos;
-extensão da expressão do oncogene;
-estado dos receptores do estrogéneo e dos receptores do factor de crescimento epidérmico.
Potenciais novas opções de tratamento
Tratamentos contra o cancro, como a quimioterapia e a radioterapia, têm sido as principais armas usadas para a luta contra o cancro.
Começam a estar disponíveis novas terapêuticas contra o cancro com mecanismos de acção inovadores. Estes fármacos que actuam directamente nas células cancerosas, poupam o organismo aos efeitos secundários, por vezes devastadores, associados aos tratamentos convencionais contra o cancro.
Nota: Decide dar a conhecer mais sobre o Cancro da mama porque é o que mais me "fascina" e porque sei todo o procedimento deste cancro. o quanto doloroso é...